Um modelo de negócio em perspetiva

A sexta sessão TIMMIS do curso 2019/20 foi diferente para os alunos da Universidade de Valladolid. Se na primeira sessão, em 10 de outubro, os seus colegas do Instituto Politécnico de Bragança se transferiram para a capital de Valladolid para partilharem com eles as atividades levadas a cabo nesse dia, desta vez foram os estudantes da UVa que viajaram até à localidade portuguesa para participarem numa sessão conjunta com o IPB.

Nesta sessão mista, os alunos e mentores participantes trabalharam na criação de maqueta em três dimensões que representasse o seu próprio modelo de negócio. Nela deviam aparecer os seus sócios chave, os seus fornecedores, os seus clientes, etc. Nesta dinâmica, a forma como cada grupo dispõe os elementos reflete aspetos como a forma de interpretar as relações com os seus sócios ou a comunicação com os seus clientes. Plasticina, palhinhas, lã ou blocos de madeira serviram para modelar esta representação do seu modelo de negócio.

Depois de elaborada a maqueta, os participantes puderam verificar como é que se via a partir de diferentes perspetivas. Desta forma, analisaram-na a partir de quatro orientações diferentes (este, sul, oeste e norte) para refletirem em cada uma das posições sobre diferentes perguntas: que é que nos agrada mais na maqueta, quem é que tem mais poder nela, quão afastados é que os clientes e os fornecedores estão, que é que dificulta as relações, etc.

Depois de efetuada esta reflexão que servia para conhecerem melhor o modelo de negócio, as equipas dispuseram de alguns minutos para efetuarem as modificações que considerassem oportunas, face à análise e tendo em vista garantir que o modelo seria bem sucedido ou, talvez, para o deixarem como estava se a equipa se sentisse segura de que, tal como estava, iria funcionar.

Com o modelo definitivo, as equipas, uma a uma, foram apresentando aos outros participantes a maqueta e o projeto em que estão a trabalhar nestes meses, com técnicas como a do storytelling.

Para terminar, os participantes na terceira convocatória do projeto TIMMIS encerraram a última sessão de desenvolvimento com outro aceno à primeira do curso. Se naquela sessão de 10 de outubro os participantes espanhóis e portugueses teceram em Valladolid uma rede enquanto resumiam as suas sensações numa só palavra, em Bragança, na última das seis sessões, os alunos do IPB e da UVa voltaram a tecer uma rede semelhante, resumindo numa palavra o que aprenderam nas sessões de desenvolvimento TIMMIS e as sensações em relação ao que lhes resta pela frente. É um facto que o caminho é longo, e apenas começou. Adiante!

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