A necessária adaptação à mudança num ambiente VUCA

Na quarta sessão TIMMIS do curso de 2019/20, alunos e mentores continuaram a avançar para a meta, que é nada mais nada menos que a criação de um modelo de negócio financiável em fase de pré-incubação empresarial. Para tal, continuaram a trabalhar com o modelo Canvas, de Alexander Osterwalder, como via para identificarem os seus sócios chave e para definirem como é que serão as relações com os seus clientes. O estabelecimento de aspetos como, por exemplo, se a relação com cada cliente vai ser pontual ou a longo prazo, ou se vai ser oferecido um serviço de atendimento ao cliente, é essencial antes de se pôr qualquer projeto em funcionamento.

Depois de comentarem estes aspetos nas reuniões de equipa, os participantes levaram a cabo uma dinâmica diferente para experimentarem o valor de trabalharem unidos. Em grupos de oito ou nove pessoas, deviam ser capazes de mover um aro desde uma altura de aproximadamente metro e meio até ao chão, com a única ajuda dos seus dedos indicadores. Só uma boa organização, sincronização e coordenação é que podiam garantir o êxito de um trabalho que tinha que ser feito em equipa.

Depois deste exercício, alunos e mentores refletiram sobre a capacidade de adaptação à mudança e os porquês da resistência à mesma que muitas vezes experimentamos. Determinados aspetos como o medo do desconhecido, o conforto, ou a incerteza funcionam como obstáculos quando se trata de nos conseguirmos desenvolver num ambiente diferente do habitual. Neste sentido, aprenderam que a resiliência, essa capacidade de permanecer flexível e forte no meio da ambiguidade e da mudança, é a melhor atitude em momentos de adaptação a realidades novas ou que mudaram.

Neste sentido, e tendo em conta que as equipas TIMMIS nascem tendo em vista desenvolverem-se num mercado global, criando um modelo de negócio a nível internacional – como indica o segundo I de TIMMIS – exportável para qualquer parte do mundo, os modelos de negócios devem estar preparados, não só para se adaptarem às mudanças, mas também para o fazerem num ambiente VUCA como aquele em que as organizações se movem atualmente. Este ambiente VUCA, como as suas iniciais em inglês indicam, está caracterizado pela volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade.

Para experimentar esta adaptação que um modelo de negócio com visão internacional deve efetuar quando se tratar de a implementar noutros países, os participantes na quarta sessão TIMMIS do curso levaram a cabo outra dinâmica para encerrarem a sessão. Divididos em quatro grupos, deviam criar em conjunto as figuras das bandeiras de diferentes países. Assim, cada um à sua maneira, porque cada grupo encontra a sua própria forma de se adaptar às circunstâncias, formaram o círculo da bandeira do Japão, a estrela da de Mianmar ou a cruz da bandeira da Suíça.

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